09/12/2021
Primeira geração de vacinas contra covid-19 foi desenvolvida em tempo recorde. Mas agora cientistas têm novos objetivos, entre os quais maior resposta imunológica e acessibilidade.
À medida que se espalhava a notícia do lançamento da vacina contra a covid-19 pela Pfizer/BioNTech, Todd Zion bem que tentou, mas não conseguiu conter o desânimo.
Era novembro de 2020 e, pela primeira vez, chegavam notícias promissoras na luta contra a doença causada pelo novo coronavírus.
Não apenas a Pfizer-BioNTech, mas a Moderna e, posteriormente, a Oxford-AstraZeneca haviam divulgado resultados de ensaios clínicos de fase 3 para suas vacinas com eficácia que excedeu as expectativas dos cientistas mais otimistas.
O que se seguiu foi uma avalanche de acordos políticos e diplomacia de vacinas. Os líderes mundiais foram rápidos e encomendaram milhões de unidades dos novos imunizantes.
Se por um lado, Zion, empresário e CEO de uma pequena startup chamada Akston Biosciences, ficava pessoalmente aliviado pela possibilidade de uma solução para a pandemia global, por outro, enfrentava a tarefa ingrata de tentar convencer seus funcionários de que seu trabalho árduo não havia sido em vão.
Nove meses antes, a Akston Biosciences havia se juntado à corrida global por vacinas como uma das mais de 40 equipes que competiam para desenvolver a primeira vacina contra a covid-19 no mundo.
Agora, como dezenas de outras empresas, elas foram completamente derrotadas pela velocidade e eficiência das tecnologias de suas rivais maiores, que concluíram os testes clínicos enquanto seus próprios produtos ainda estavam em desenvolvimento.
Mas Sion ainda sentia que a corrida estava longe de terminar. “Essas vacinas ajudaram tremendamente (na luta contra a covid-19), mas se você é um inovador, sabe que os produtos que vêm em primeiro lugar tendem a ter muitos problemas”, diz ele.
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